- Eliane Fossa — Secretária (reeleita)
- Carla Brito — Secretária Adjunta
Os conselheiros presentes registraram votos de êxito à nova gestão, reforçando a importância da estabilidade administrativa e do compromisso com as demandas da população e do território.
Esclarecimentos sobre episódio da primeira gestão
Durante a reunião, Tathiana Malheiros e Rogério Ludovico, que integraram a secretaria na primeira gestão anterior, utilizaram a palavra para prestar esclarecimentos institucionais sobre um episódio ocorrido naquele período, o qual teve desdobramentos na esfera judicial. O tema foi abordado em caráter informativo e administrativo, contextualizando fatos da época.
Episódio reforça necessidade de cumprimento das regras
Na parte final da reunião, um participante solicitou a palavra sem realizar a inscrição e identificação formal prévias, procedimento adotado nas reuniões do CPM. Antes da orientação para que se identificasse, dirigiu-se aos dois membros que prestavam esclarecimentos referindo-se a eles como “o casal”, ao questionar se possuíam alguma ligação política. Os conselheiros esclareceram que os dois membros não formam um casal e que a pergunta não guardava relação com o objeto institucional da reunião.
Foi ainda lembrado que o CPM é um órgão de participação social vinculado à estrutura pública municipal e integra, por natureza, o campo da política pública participativa. Não há impedimento para que conselheiros tenham atuação, histórico ou posicionamento político, desde que respeitadas as normas do colegiado e a finalidade pública do conselho.
Ao ser orientado a se identificar antes de se manifestar, o participante respondeu que sua identidade “não interessava” e que “todos sabiam quem ele era”. Seria ele Jesus Cristo?
A situação gerou intervenção de conselheiros, que destacaram que o CPM é um órgão colegiado público e que a identificação de quem utiliza a palavra não é formalidade opcional, mas requisito de responsabilidade, transparência e respeito institucional.
O conselheiro suplente pelo Pari e diretor da Gazeta do Pari, Ricardo F. Ramos, dirigiu-se à frente da sala e reforçou que a identificação é parte essencial do funcionamento do conselho, pois garante registro adequado em ata, igualdade de participação e segurança institucional.
“O direito à fala é assegurado, mas deve ocorrer dentro das normas que garantem respeito ao colegiado e à população representada.”
Conselheiros presentes reforçaram que a participação cidadã é bem-vinda, desde que observadas as regras de identificação e organização, preservando a legitimidade do CPM e o ambiente de respeito necessário ao debate público.
A reunião foi encerrada após o episódio.
Nota em destaque
“O CPM é um órgão de participação em políticas públicas, e não há impedimento para que conselheiros tenham posição política, histórico político ou filiação partidária. O que se exige é que o exercício da função seja voltado ao interesse coletivo, sem uso partidário do espaço.”
“Questionamentos são legítimos quando feitos dentro das normas do colegiado, com identificação formal de quem se manifesta. A recusa em se identificar retira a legitimidade da intervenção.”
Nota do Gazeta do Pari
O Gazeta do Pari parabeniza a coordenação eleita do Conselho Participativo Municipal (CPM) para o novo período de seis meses de gestão.
Desejamos boa sorte à coordenadora Yara Falcone, à secretária Eliane Fossa e à secretária adjunta Carla Brito, reforçando votos de uma atuação responsável, transparente e comprometida com as demandas da população.
O fortalecimento do diálogo entre conselheiros e sociedade é essencial para o bom funcionamento do conselho e para o avanço das pautas de interesse coletivo da região.
Gazeta do Pari — Jornalismo local, interesse público e compromisso com a transparência.
